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Meu perfil , Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Livros, Música |
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Quando eu era criança brincava de fazer comidinha com barro, planta, essas paradas inofensivas, mas ultimamente tenho ouvido declarações que passeiam entre o bizarro e o hilário:
Tem gente que pegava o pé do pato e dividia no meio (glup!), jogava minhoca na fogueira pra ver estourar, achava que tava muito frio e colocava os pintinhos dentro do forno à lenha, sem contar em guerra de ovo de lagartixa, jogar a galinha no lago pra ver se nada e por aí vai.
O Zé me contou outro dia, que tem um moleque doido no trabalho dele que, quando ficava bravo com mãe, pegava todas as latas na despensa e mudava ou tirava os rótulos. Resumo, a mãe abria uma Seleta pra colocar na salada e saia leite condensado, queria fazer um pudim e saia molho de tomate...
Outra ex-criança me confidenciou que brincava com a prima. Cada uma pegava um pato com o fiofó virado pra outra e, segundo ela, porque eu nem me lembro de ter chegado perto de um pato, ao menor apertão o bicho se caga todo, tipo um jato. Então a brincadeira consistia nisso, uma guerra de cocô de pato. Ecati!
O Zé também me disse que essa era uma das brincadeiras da Jú e da Lú (as primas).
Que fofo, né não?
Só assim pra essa galera conseguir comprar uma camiseta, né não?
Dá até pra pagar com Bilhete Único. E é em 12 vezes porque quando acabar o ano e eles continuarem no buraco que estão, vai ter que comprar outra camiseta. Nem quero pensar o que vai estar escrito ;)