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Meu perfil , Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Livros, Música |
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Certo, as condições não são as mesmas, a repressão tampouco, mas hoje ainda estamos diante de uma minoria canalha que nos rouba sem o menor pudor, todo mundo sabe, todo mundo aceita e a vida continua. Faz parte do cotidiano, faz parte da paisagem os absurdos que vemos todos os dias na TV, nos jornais etc
Quantos de nós temos a coragem de fazer mais do que reclamar?
E, esses mesmos 'reclamões' não se dão ao trabalho de mandar um reles e-mail a um deputado safado que quer aumentar o próprio salário. Muito cansativo, muito trabalho, perda de tempo.
Os verdadeiros heróis dessa pátria (idolatrada, salve, salve) foram aqueles que pagaram com a vida a busca de uma País melhor, livre da intolerância da ditadura, da mão forte e cruel que esmagava a liberdade de um povo.
Quantos de nós estaria disposto a morrer por um ideal?


Ontem, ônibus lotado, claro, eu tentanto prestar atenção numa conversa interessantíssima que rolava do meu lado quando entra um sujeito correndo pela porta de desembarque.
O cobrador reclama e diz pra ele descer e entrar pela porta dianteira. O cara, um moleque, argumenta que ele vai pagar e tenta passar os R$ 10,00 que ele tem na mão para o cobrador, que insiste em repetir que é pra ele entrar pela outra porta.
Saco, todo mundo querendo ir embora e esse enrosco bem agora!
De repente, aparece um negão do tamanho de um quarda-roupas com uma camiseta "BAD BOY" e saca uma arma. Não sei de onde cacete ele saiu, mas fez uma meia dúzia de cabras descerem do ônibus.
O cara que tinha entrado na porta errada teve que sair andando para outro ponto para não irritar o negão, que, pasmem, tinha na parte de trás da camisa escrito: Polícia.
Tô até agora tentando entender se ele era mesmo o mocinho ou o bandido.
Sua declaração está na base de dados da SRF.
Então, vá pra puta que o pariu! bááááááá!!!